Portugueses vão gerir novo fundo de 26 milhões de euros focado em blockchain

O fundo Lightshift I é liderado por três portugueses e inclui alguns dos mais importantes investidores do setor.

A Lightshift Capital anunciou o lançamento de um novo fundo de US$ 30 milhões focado em blockchain.

Segundo Pessoas, embora o Lightshift I não seja um fundo português, é gerido pelo português Simão Cruz, CEO e Sócio-Gerente-Fundador, David Nogueira, CTO e Sócio-Fundador-Gerente, e Roberto Machado, Sócio-Fundador, contando ainda com a participação de alguns dos mais importantes investidores do setor. Diogo Mónica (Anchorage Digital – o sétimo unicórnio com DNA nacional), Gavin Wood (fundador da Ethereum e Polkadot), Marc Andreessen (a16z) e DCG (Digital Currency Group) são alguns dos investidores envolvidos neste fundo.

“Os três sócios fundadores pretendem trazer seu investimento e experiência em tecnologia e produto depois de criar e participar de aplicativos e comunidades de blockchain bem-sucedidos”.

A estratégia deste novo fundo em estágio inicial se concentra em ativos digitais e serviços financeiros descentralizados e se apresenta como uma comunidade de desenvolvedores e especialistas nessa tecnologia com o objetivo de desenvolver a próxima geração de casos de uso de blockchain.

A Lightshift, que pretende ser a melhor plataforma para suportar a próxima geração de blockchain, cripto e web3, foca em participar de projetos descentralizados e investir em seus tokens.

“O fundo investe nos estágios iniciais de desenvolvimento e alavanca equipes de engenharia para acelerar e fortalecer seu portfólio de empresas. Essas equipes são parte integrante do processo de desenvolvimento, alinhando outros desenvolvedores em direção a uma visão compartilhada.”

Fernão Teixeira

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